ESSE VALE O QUANTO PESA
Alexandre Lobo

MVP da última temporada, LaDainian Tomlinson vale o quanto pesa. Brincadeiras a parte, o running back dos Chargers participou na última terça-feira de uma campanha promocional nos Estados Unidos. Junto com a sua mãe, Tomlinson pesou em uma balança no formato de uma colher gigante. Como contra-peso foram usadas 456 latas de sopa, que serão doadas pelo fabricante. A promoção faz parte de uma campanha de luta contra a fome nos Estados Unidos.
Alexandre Lobo

MVP da última temporada, LaDainian Tomlinson vale o quanto pesa. Brincadeiras a parte, o running back dos Chargers participou na última terça-feira de uma campanha promocional nos Estados Unidos. Junto com a sua mãe, Tomlinson pesou em uma balança no formato de uma colher gigante. Como contra-peso foram usadas 456 latas de sopa, que serão doadas pelo fabricante. A promoção faz parte de uma campanha de luta contra a fome nos Estados Unidos.
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LESÃO DE FREENEY DESMONTA OS COLTS
Marcelo Russio
Uma das piores notícias que o Indianapolis Colts poderia receber neste final de temporada regular acabou acontecendo: a perda do astro Dwight Freeney para o restante da temporada. O jogador, que participou de três Pro Bowls e é considerado um dos melhores defensores da NFL, lesionou-se na derrota por 23 a 21 para o San Diego Chargers, no último domingo, e terá de passar por uma cirurgia no pé esquerdo. Com isso, os Colts se vêem às voltas com o seu maior pesadelo: a fragilidade da defesa.
Além de Freeney, o time tem, hoje, nada menos que outros três defensores na "injury list" (Anthony McFarland, Raheem Brock e Rob Morris), e nenhum substituto à altura de Freeney. Para piorar, o time perdeu outros três defensores, que transferiram-se para outras equipes: Cato June (Buccaneers), Nick Harper (Titans) e Jason David (Saints).
A lesão de Freeney é tão importante para o time, que o presidente dos Colts, Bill Polian, chegou a se inteirar sobre o caso, e declarou, erradamente, que acreditava que o jogador perderia três ou quatro jogos.
O técnico Tony Dungy já pensa em opções, mas o quadro é dramático. A solução encontrada foi chamar o veterano Simeon Rice, que estava na lista de dispensas da equipe. Com 12 temporadas nas costas, Rice deverá começar jogando pela direita, no lugar de Freeney, contra o Kansas City Chiefs, no RCA Dome.
Como cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, Dungy fez questão de lembrar à imprensa e à torcida que Rice não será o salvador da pátria.
- O que nós não podemos achar é que ele chegue para salvar o dia, ou que entrará em campo com uma armadura dourada e acertará tudo que tentar.
Pelo jeito, os Colts vão precisar de muita reza para não serem atropelados pelos Chiefs, que buscam a recuperação na Divisão Oeste da AFC.
Marcelo Russio
Uma das piores notícias que o Indianapolis Colts poderia receber neste final de temporada regular acabou acontecendo: a perda do astro Dwight Freeney para o restante da temporada. O jogador, que participou de três Pro Bowls e é considerado um dos melhores defensores da NFL, lesionou-se na derrota por 23 a 21 para o San Diego Chargers, no último domingo, e terá de passar por uma cirurgia no pé esquerdo. Com isso, os Colts se vêem às voltas com o seu maior pesadelo: a fragilidade da defesa.
Além de Freeney, o time tem, hoje, nada menos que outros três defensores na "injury list" (Anthony McFarland, Raheem Brock e Rob Morris), e nenhum substituto à altura de Freeney. Para piorar, o time perdeu outros três defensores, que transferiram-se para outras equipes: Cato June (Buccaneers), Nick Harper (Titans) e Jason David (Saints).
A lesão de Freeney é tão importante para o time, que o presidente dos Colts, Bill Polian, chegou a se inteirar sobre o caso, e declarou, erradamente, que acreditava que o jogador perderia três ou quatro jogos.
O técnico Tony Dungy já pensa em opções, mas o quadro é dramático. A solução encontrada foi chamar o veterano Simeon Rice, que estava na lista de dispensas da equipe. Com 12 temporadas nas costas, Rice deverá começar jogando pela direita, no lugar de Freeney, contra o Kansas City Chiefs, no RCA Dome.
Como cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, Dungy fez questão de lembrar à imprensa e à torcida que Rice não será o salvador da pátria.
- O que nós não podemos achar é que ele chegue para salvar o dia, ou que entrará em campo com uma armadura dourada e acertará tudo que tentar.
Pelo jeito, os Colts vão precisar de muita reza para não serem atropelados pelos Chiefs, que buscam a recuperação na Divisão Oeste da AFC.
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BRETT MARINO
Alexandre Lobo
E Brett Favre voltou a dar uma de Dan Marino. Após quebrar o recorde de passes para touchdown do lendário quarterback, Favre se juntou a Marino como o único jogador a passar para mais de 60.000 jardas na carreira. Uma marca e tanto, alcançada na vitória sobre o Minnesota Vikings neste domingo.
Mas isso ainda é pouco para Favre. Mantendo a temporada fantástica que está fazendo, o quarterbacker dos Packers está próximo de quebrar o recorde de Marino, de 61.361 jardas percorridas. Para isso, faltam 1.105 jardas. Só para comparar, em sua melhor temporada na carreira, em 1995, Brett Favre lançou para 4.415, com direito a 38 touchdowns e 13 interceptações.
E a pergunta ainda está no ar: quem será o melhor quarterback da temporada regular, Favre, Tony Romo, Peyton Manning ou Tom Brady.
Alexandre Lobo
E Brett Favre voltou a dar uma de Dan Marino. Após quebrar o recorde de passes para touchdown do lendário quarterback, Favre se juntou a Marino como o único jogador a passar para mais de 60.000 jardas na carreira. Uma marca e tanto, alcançada na vitória sobre o Minnesota Vikings neste domingo.
Mas isso ainda é pouco para Favre. Mantendo a temporada fantástica que está fazendo, o quarterbacker dos Packers está próximo de quebrar o recorde de Marino, de 61.361 jardas percorridas. Para isso, faltam 1.105 jardas. Só para comparar, em sua melhor temporada na carreira, em 1995, Brett Favre lançou para 4.415, com direito a 38 touchdowns e 13 interceptações.
E a pergunta ainda está no ar: quem será o melhor quarterback da temporada regular, Favre, Tony Romo, Peyton Manning ou Tom Brady.
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O CARTAZ DIZ TUDO
Alexandre Lobo

Crédito: EFE
Finalmente passamos do meio da temporada regular. E duas coisas não mudam na NFL: os Patriots, que descansaram esta semana, seguem invictos, e os Dolphins se mantêm sem vitória. Neste domingo, mesmo em Miami a equipe foi derrotada pelos Bills por 13 a 10. E a equipe de Buffallo não precisou de muito esforço: os Bills só percorreram 214 jardas no total, convertendo dois de 10 third-downs e ficando com a bola por apenas 23 minutos!
Vai ter torcedor do Miami dizendo que a equipe liderou a partida por três quartos e só perdeu no minuto final, quando sofreu o field-goal. Mas isso não tira dos Dolphins a culpa de não ter conseguido manter o resultado. A equipe parece tão abatida com a situação que nem o mais simples vem conseguindo fazer em campo!
No final, quem está certo mesmo é o torcedor aí acima: na temporada 2007, Dolphins... Rest In Peace (descanse em paz).
PS: E os Saints vacilaram. Em casa, deixaram escapar a quinta vitória justamente para a equipe que ainda não tinha vencido no campeonato, os Rams. Será que ressuscitaram um defunto?
Alexandre Lobo

Crédito: EFE
Finalmente passamos do meio da temporada regular. E duas coisas não mudam na NFL: os Patriots, que descansaram esta semana, seguem invictos, e os Dolphins se mantêm sem vitória. Neste domingo, mesmo em Miami a equipe foi derrotada pelos Bills por 13 a 10. E a equipe de Buffallo não precisou de muito esforço: os Bills só percorreram 214 jardas no total, convertendo dois de 10 third-downs e ficando com a bola por apenas 23 minutos!
Vai ter torcedor do Miami dizendo que a equipe liderou a partida por três quartos e só perdeu no minuto final, quando sofreu o field-goal. Mas isso não tira dos Dolphins a culpa de não ter conseguido manter o resultado. A equipe parece tão abatida com a situação que nem o mais simples vem conseguindo fazer em campo!
No final, quem está certo mesmo é o torcedor aí acima: na temporada 2007, Dolphins... Rest In Peace (descanse em paz).
PS: E os Saints vacilaram. Em casa, deixaram escapar a quinta vitória justamente para a equipe que ainda não tinha vencido no campeonato, os Rams. Será que ressuscitaram um defunto?
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CAPACETE CONTRA CAPACETE, NÃO!
Alexandre Lobo
Que o futebol americano é um esporte de contato, ninguém tem dúvida. Apesar da técnica que os jogadores precisam ter, os trancos e encontrões existem e sempre vão existir. O que não pode ter é anti-jogo, ou botar em risco a integridade física dos atletas.
E foi pensando assim que a NFL lançou uma nova diretriz: o atleta que bater seu capacete contra o capacete do adversário de forma proposital deverá ser expulso de campo. A medida viria junto com a multa que já é aplicada nesses casos.
A NFL está mais do que certa. Não basta apenas doer no bolso, tem que tirar mesmo de campo quem não cumpre a regra. Há duas semanas, o quarterback do Houston Matt Schaub teve uma concussão após ser atingido pelo cornerback do Chargers Drayton Florence, que só foi multado em US$ 15 mil. Sinceramente, o que são US$ 15 mil no salário mensal desses jogadores?
Alexandre Lobo
Que o futebol americano é um esporte de contato, ninguém tem dúvida. Apesar da técnica que os jogadores precisam ter, os trancos e encontrões existem e sempre vão existir. O que não pode ter é anti-jogo, ou botar em risco a integridade física dos atletas.
E foi pensando assim que a NFL lançou uma nova diretriz: o atleta que bater seu capacete contra o capacete do adversário de forma proposital deverá ser expulso de campo. A medida viria junto com a multa que já é aplicada nesses casos.
A NFL está mais do que certa. Não basta apenas doer no bolso, tem que tirar mesmo de campo quem não cumpre a regra. Há duas semanas, o quarterback do Houston Matt Schaub teve uma concussão após ser atingido pelo cornerback do Chargers Drayton Florence, que só foi multado em US$ 15 mil. Sinceramente, o que são US$ 15 mil no salário mensal desses jogadores?
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O VINHO SANTO
Alexandre Lobo

Crédito AP
Embalado por uma seqüência de quatro vitórias após ter perdido as quatro primeiras partidas, o Saints deixou os gramados e foi para as adegas de vinho. A equipe lançou esta semana o vinho que leva o nome do seu quarterback, Drew Brees. Na garrafa, um legítimo vinho feito com uvas Chardonnay, que leva no rótulo o autógrafo de Brees e a foto do camisa 9 do Saints.
E por que lançar um vinho com Brees? Desde que chegou a New Orleans, em 2005, vindo do San Diego Chargers, Brees adotou a cidade como sua e passou a trabalhar em diversos projetos de caridade. E o vinho é mais um, já que toda garrafa vendida terá seu valor revertido às instituições cuidadas pelo quarterback.
A festa de lançamento do Vintage Brees Chardonnay foi na última terça-feira, no restaurante Emril, em New Orleans e contou com outra estrela do Saints: o ex-quarterback Bobby Hebert, um dos responsáveis pela primeira ida da equipe aos playoffs.

Legenda: Bree (dir) ao lado do ex-quarterback do Saints Bobby Hebert
Alexandre Lobo

Crédito AP
Embalado por uma seqüência de quatro vitórias após ter perdido as quatro primeiras partidas, o Saints deixou os gramados e foi para as adegas de vinho. A equipe lançou esta semana o vinho que leva o nome do seu quarterback, Drew Brees. Na garrafa, um legítimo vinho feito com uvas Chardonnay, que leva no rótulo o autógrafo de Brees e a foto do camisa 9 do Saints.
E por que lançar um vinho com Brees? Desde que chegou a New Orleans, em 2005, vindo do San Diego Chargers, Brees adotou a cidade como sua e passou a trabalhar em diversos projetos de caridade. E o vinho é mais um, já que toda garrafa vendida terá seu valor revertido às instituições cuidadas pelo quarterback.
A festa de lançamento do Vintage Brees Chardonnay foi na última terça-feira, no restaurante Emril, em New Orleans e contou com outra estrela do Saints: o ex-quarterback Bobby Hebert, um dos responsáveis pela primeira ida da equipe aos playoffs.

Legenda: Bree (dir) ao lado do ex-quarterback do Saints Bobby Hebert
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SAINTS PRÓXIMO DE RECORDE
Alexandre Lobo

Legenda: Na última partida, o Saints bateu o Jaguars em New Orleans
Crédito: AP
O Patriots vem tendo um ano impecável, mas nos últimos jogos uma outra equipe também vem chamando a atenção: o New Orleans Saints. Após um início desastroso, sem vitória nas primeiras quatro partidas, o Saints engatou a quinta e está invicto justamente a quatro jogos! O início desta escalada foi no dia 14 de outubro, quando a equipe bateu o Seahawks em Seattle. Desde então, foram duas vitórias em casa (Falcons e Jaguars) e outra fora, sobre o 49ers.
E o que mudou em New Orleans para a equipe passar de perdedora a vencedora em tão curto espaço de tempo? Para o quarterback Drew Brees, a mudança foi na postura dos jogadores do Saints, principalmente do seu ataque. Segundo ele, o bom trabalho da linha ofensiva se deve aos receivers se posicionarem bem, à boa cobertura e, lógico, dos passes estarem chegando de forma certeira.
Neste domingo, o Saints recebe em casa o Rams que vem de uma temporada extremamente ruim e ainda não venceu (0-8). Belo cenário para a equipe de New Orleans atingir a uma marca histórica: ser a primeira a vencer cinco jogos seguidos após quatro derrotas no início da temporada.
Alexandre Lobo

Legenda: Na última partida, o Saints bateu o Jaguars em New Orleans
Crédito: AP
O Patriots vem tendo um ano impecável, mas nos últimos jogos uma outra equipe também vem chamando a atenção: o New Orleans Saints. Após um início desastroso, sem vitória nas primeiras quatro partidas, o Saints engatou a quinta e está invicto justamente a quatro jogos! O início desta escalada foi no dia 14 de outubro, quando a equipe bateu o Seahawks em Seattle. Desde então, foram duas vitórias em casa (Falcons e Jaguars) e outra fora, sobre o 49ers.
E o que mudou em New Orleans para a equipe passar de perdedora a vencedora em tão curto espaço de tempo? Para o quarterback Drew Brees, a mudança foi na postura dos jogadores do Saints, principalmente do seu ataque. Segundo ele, o bom trabalho da linha ofensiva se deve aos receivers se posicionarem bem, à boa cobertura e, lógico, dos passes estarem chegando de forma certeira.
Neste domingo, o Saints recebe em casa o Rams que vem de uma temporada extremamente ruim e ainda não venceu (0-8). Belo cenário para a equipe de New Orleans atingir a uma marca histórica: ser a primeira a vencer cinco jogos seguidos após quatro derrotas no início da temporada.
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A RED ZONE FEZ A DIFERENÇA
Alexandre Cossenza
Quem esperava ver um show aéreo, com belos passes de Peyton Manning e Tom Brady e grandes avanços de Reggie Wayne e Randy Moss ficou surpreso. O jogo do século teve atuações defensivas excelentes. Nem por isso, a partida foi menos emocionante. Taí, aliás, um dos grandes baratos do futebol americano: o jogo de xadrez que envolve as intrincadas variações ofensivas e defensivas.
Os Colts mostraram uma eficiente maneira de limitar Brady e companhia. Quase não usaram blitzes, e deixaram a cargo de Dwight Freeney e Robert Mathis a tarefa de incomodar o quarterback adversário. Pois a defensiva de Indianápolis dominou a linha de scrimagge a maior parte do jogo. Mathis anotou dois sacks e Freeney perturbou a linha ofensiva de New England.
No ataque, Indianápolis surpreendeu no jogo de corridas. Joseph Addai correu para 112 jardas. Não só deu uma canseira na defesa dos Patriots, mas manteve Brady e companhia fora de campo. O resultado? Pela primeira vez, New England não marcou pontos em sua primeira campanha.
Os Colts podiam ter feito diferença maior, mas não souberam aproveitar as chances na red zone. O consistente Vinatieri também errou um field goal. Em outras duas oportunidades, Indianápolis não conseguiu o touchdown. New England teria ido para o intervalo à frente, não fosse por uma jogada incrível de Addai, que recebeu um passe curto no último minuto do segundo quarto e, graças a bons bloqueios e sua velocidade, avançou 73 jardas para o TD.
O lance pareceu mudar a maré. Brady, que teve sua atuação mais apagada (creio que "menos incrível" seria uma expressão mais adequada!), foi interceptado duas vezes e, pela primeira vez na temporada, New England chegou ao último quarto de jogo em desvantagem. Na hora da decisão, porém, o ataque dos Patriots funcionou. A defesa dos Colts, mais cansada, não resistiu, e Brady e Moss acabaram fazendo a diferença. Primeiro, uma interferência de passe (em Moss) fez New England avançar 49 jardas. Depois, em uma quarta descida para goal, Brady conseguiu um passe milimétrico para Wes Welker. O TD cortou a diferença, e o Colts liderava por 20 a 17.
A defesa dos Patriots fez o seu. Com um sack, forçou o punt e recuperou a bola. Três passes de Brady (para 5, 33 e 13 jardas, respectivamente) depois, New England já liderava por 24 a 20. Indianápolis ainda tinha mais de três minutos para tentar outra virada, mas Manning sofreu outro sack e cometeu um fumble. Os Patriots recuperaram a posse e deixaram o tempo correr.
Se for para cravar um motivo para a vitória de New England, eu aponto o aproveitamento na red zone (3/4, contra 1/3 de Indianápolis). Em um jogo desses, um time não se pode dar ao luxo de vacilar nessas horas. Quando se tem uma potência como os Patriots nas cordas, é preciso partir para o nocaute. Manning e companhia não o fizeram e pagaram caro por isso.
TWO-POINT CONVERSION
1) Fantástica a atenção que a imprensa americana deu ao jogo. Quem viu pela TV sentiu aquele ar de Super Bowl (pena que os dois não possam fazer a final da NFL). O jogo compensou o esforço de quem ficou três horas acompanhando o live streaming do jogo pelo computador.
2) O calouro Adrian Peterson correu para 296 jardas na vitória do Minnesota Vikings sobre o San Diego Chargers (35 a 17), novo recorde da NFL. A marca anterior (295 jardas) pertencia a Jamal Lewis. Ninguém tira de Peterson o troféu de calouro do ano. Ele também é presença certíssima no Pro Bowl. Até me arrisco a dizer que ele só não leva o título de melhor jogador de ataque por causa de Tom Brady e Randy Moss.
Alexandre Cossenza
Quem esperava ver um show aéreo, com belos passes de Peyton Manning e Tom Brady e grandes avanços de Reggie Wayne e Randy Moss ficou surpreso. O jogo do século teve atuações defensivas excelentes. Nem por isso, a partida foi menos emocionante. Taí, aliás, um dos grandes baratos do futebol americano: o jogo de xadrez que envolve as intrincadas variações ofensivas e defensivas.
Os Colts mostraram uma eficiente maneira de limitar Brady e companhia. Quase não usaram blitzes, e deixaram a cargo de Dwight Freeney e Robert Mathis a tarefa de incomodar o quarterback adversário. Pois a defensiva de Indianápolis dominou a linha de scrimagge a maior parte do jogo. Mathis anotou dois sacks e Freeney perturbou a linha ofensiva de New England.
No ataque, Indianápolis surpreendeu no jogo de corridas. Joseph Addai correu para 112 jardas. Não só deu uma canseira na defesa dos Patriots, mas manteve Brady e companhia fora de campo. O resultado? Pela primeira vez, New England não marcou pontos em sua primeira campanha.
Os Colts podiam ter feito diferença maior, mas não souberam aproveitar as chances na red zone. O consistente Vinatieri também errou um field goal. Em outras duas oportunidades, Indianápolis não conseguiu o touchdown. New England teria ido para o intervalo à frente, não fosse por uma jogada incrível de Addai, que recebeu um passe curto no último minuto do segundo quarto e, graças a bons bloqueios e sua velocidade, avançou 73 jardas para o TD.
O lance pareceu mudar a maré. Brady, que teve sua atuação mais apagada (creio que "menos incrível" seria uma expressão mais adequada!), foi interceptado duas vezes e, pela primeira vez na temporada, New England chegou ao último quarto de jogo em desvantagem. Na hora da decisão, porém, o ataque dos Patriots funcionou. A defesa dos Colts, mais cansada, não resistiu, e Brady e Moss acabaram fazendo a diferença. Primeiro, uma interferência de passe (em Moss) fez New England avançar 49 jardas. Depois, em uma quarta descida para goal, Brady conseguiu um passe milimétrico para Wes Welker. O TD cortou a diferença, e o Colts liderava por 20 a 17.
A defesa dos Patriots fez o seu. Com um sack, forçou o punt e recuperou a bola. Três passes de Brady (para 5, 33 e 13 jardas, respectivamente) depois, New England já liderava por 24 a 20. Indianápolis ainda tinha mais de três minutos para tentar outra virada, mas Manning sofreu outro sack e cometeu um fumble. Os Patriots recuperaram a posse e deixaram o tempo correr.
Se for para cravar um motivo para a vitória de New England, eu aponto o aproveitamento na red zone (3/4, contra 1/3 de Indianápolis). Em um jogo desses, um time não se pode dar ao luxo de vacilar nessas horas. Quando se tem uma potência como os Patriots nas cordas, é preciso partir para o nocaute. Manning e companhia não o fizeram e pagaram caro por isso.
TWO-POINT CONVERSION
1) Fantástica a atenção que a imprensa americana deu ao jogo. Quem viu pela TV sentiu aquele ar de Super Bowl (pena que os dois não possam fazer a final da NFL). O jogo compensou o esforço de quem ficou três horas acompanhando o live streaming do jogo pelo computador.
2) O calouro Adrian Peterson correu para 296 jardas na vitória do Minnesota Vikings sobre o San Diego Chargers (35 a 17), novo recorde da NFL. A marca anterior (295 jardas) pertencia a Jamal Lewis. Ninguém tira de Peterson o troféu de calouro do ano. Ele também é presença certíssima no Pro Bowl. Até me arrisco a dizer que ele só não leva o título de melhor jogador de ataque por causa de Tom Brady e Randy Moss.
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ORGANIZAÇÃO DENTRO E FORA DOS GRAMADOS
Alexandre Lobo
Arrasador dentro dos gramados, o Patriots vem dando show também fora deles. Ao lado do já sensacional Gillette Stadium, a equipe de New England está terminando o Patriot Place, uma espécie de shopping center ao ar livre com aproximadamente 120 mil metros quadrados de área. O complexo do Patriots terá hotel quatro estrelas, restaurantes, lojas, cinemas que serão inaugurados neste fim de ano.
O lugar também servirá de estacionamento para os torcedores que forem acompanhar o Patriots no Gillette Stadium. Nada mal, não. Organização dentro e fora do gramado. Você quer ver como o local está ficando? Clique aqui e acompanhe como está o Patriot Place através de uma câmera montada pela própria equipe (para ver, você precisa ter no seu computador o programa Windows Media Player).
Alexandre Lobo
Arrasador dentro dos gramados, o Patriots vem dando show também fora deles. Ao lado do já sensacional Gillette Stadium, a equipe de New England está terminando o Patriot Place, uma espécie de shopping center ao ar livre com aproximadamente 120 mil metros quadrados de área. O complexo do Patriots terá hotel quatro estrelas, restaurantes, lojas, cinemas que serão inaugurados neste fim de ano.
O lugar também servirá de estacionamento para os torcedores que forem acompanhar o Patriots no Gillette Stadium. Nada mal, não. Organização dentro e fora do gramado. Você quer ver como o local está ficando? Clique aqui e acompanhe como está o Patriot Place através de uma câmera montada pela própria equipe (para ver, você precisa ter no seu computador o programa Windows Media Player).
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REFLEXÃO EM MIAMI
Alexandre Lobo
Chegou o grande dia. É hoje que Dolphins e Giants se enfrentam na primeira partida de uma temporada regular da NFL na Europa. Um comentário no último post, porém, me levou a reflexão. Torcedor do Dolphins, o leitor já está na dúvida quanto ao que fazer caso a equipe de Miami chegue a sua oitava derrota. Segundo ele, se perder mais uma, já começa a valer a pena torcer para que a equipe seja a pior da temporada, para que fique com a primeira opção do draft do ano que vem.
Realmente. Pelo o que o Dolphins vem apresentando este ano, está difícil em se pensar em alguma coisa nesta temporada. Após tantas baixas importantes e com nada dando certo, pensar no futuro começa a ser mais importante. Mas não basta apenas pensar em draft. Os dirigentes também têm que rever o que foi feito de errado para que não seja repetido no ano que vem. As contusões aconteceram, mas todos sabem que fazem parte do jogo e, pelo visto, o Dolphins não teve peça de reposição para manter a qualidade da equipe. E você, concorda que o Dolphins já deve pensar na próxima temporada? O que a equipe de Miami deve fazer para evitar os erros deste ano?
Alexandre Lobo
Chegou o grande dia. É hoje que Dolphins e Giants se enfrentam na primeira partida de uma temporada regular da NFL na Europa. Um comentário no último post, porém, me levou a reflexão. Torcedor do Dolphins, o leitor já está na dúvida quanto ao que fazer caso a equipe de Miami chegue a sua oitava derrota. Segundo ele, se perder mais uma, já começa a valer a pena torcer para que a equipe seja a pior da temporada, para que fique com a primeira opção do draft do ano que vem.
Realmente. Pelo o que o Dolphins vem apresentando este ano, está difícil em se pensar em alguma coisa nesta temporada. Após tantas baixas importantes e com nada dando certo, pensar no futuro começa a ser mais importante. Mas não basta apenas pensar em draft. Os dirigentes também têm que rever o que foi feito de errado para que não seja repetido no ano que vem. As contusões aconteceram, mas todos sabem que fazem parte do jogo e, pelo visto, o Dolphins não teve peça de reposição para manter a qualidade da equipe. E você, concorda que o Dolphins já deve pensar na próxima temporada? O que a equipe de Miami deve fazer para evitar os erros deste ano?
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