AMARELADA DO PACKERS
Rafael Lopes



Crédito: Site oficial da NFL

Antes da semana 5 da NFL, o Green Bay Packers era um dos quatro times invictos nesta temporada. Brett Favre, quarterback veterano, era o jogador com mais jardas de passe conseguidas nos quatro primeiros jogos. Além disso, a partida contra o Chicago Bears, tradicional rival, seria realizada no não menos histórico Lambeau Field, que completa 50 anos em 2007. Tudo parecia caminhar para mais uma vitória do Packers, não é?

Após um primeiro tempo que terminou com 17 a 7 para Green Bay, a festa no Lambeau Field parecia certa. No entanto, uma das maiores amareladas que já vi na NFL começava a nascer neste momento. O desempenho de Brett Favre caiu muito no segundo tempo e ele foi interceptado duas vezes (ele igualou o recorde histórico de George Blanda, quarterback que jogou 26 anos em quatro times, que tem 277).

A segunda interceptação, no entanto, teve contornos dramáticos. O jogo estava empatado em 20 a 20, após uma reação sensacional do Bears. Para piorar, os rivais, com um passe sensacional de Brian Griese para Desmond Clark, conseguiram mais um touchdown. Com apenas dois minutos para o fim do jogo, o placar estava em 27 a 20.

Era a hora da experiência de Brett Favre aparecer, não é? Mas o quarterback cometeu uma série de erros primários, como apostar no jogo pelo centro de campo e demorar muito no fim, com o no huddle (que deveria ser mais rápido). Um passe interceptado, a um segundo do fim, acabou com a campanha invicta do Packers. O jogo estava na mão, mas uma amarelada do Green Bay deixou tudo ir para o ralo. Será que a equipe se levanta após este revés?
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FUTEBOL AMERICANO NO MARACA
Alexandre Lobo



Um dos estádios mais famosos do mundo inteiro, Wembley está próximo de voltar a fazer história. Receber um jogo de futebol americano é um passo grande, imaginando que a liga pela primeira vez leva um jogo da temporada regular para fora dos Estados Unidos. O sucesso já é tão grande que todos os ingressos foram vendidos em menos de duas horas!

Agora eu pergunto: será que teríamos condições de receber uma partida da NFL no Brasil? Imagina o Maracanã lotado recebendo Peyton Manning ou Tom Brady, escoltado por Gisele Bündchen. Ou o Morumbi com o anel cheio para ver o Giants ou o Dolphins. Seria um passo importante para a divulgação do esporte no Brasil e acredito que teria público suficiente para que ele pudesse se concretizar.

Não sei se é apenas um sonho... Mas bem que ele poderia se tornar realidade. Um touchdown no Maraca seria fantástico.
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CARDINALS INOVA
Alexandre Lobo




Legenda: Warner e Leinart na vitória sobre o Steelers
Crédito: Montagem sobre fotos da AFP e AP

Tony Romo, Brett Favre, Tom Brady e Peyton Manning vêm jogando um bolão. Mas dois quarterbacks estão chamando a atenção nesta temporada pela inovação. Matt Leinart e Kurt Warner vêm se revezando como titular do Arizona Cardinals.

A tática do técnico Ken Whisenhunt é simples: Leinart começa e, se a equipe estiver precisando de um gás extra, entra o veterano Kurt Warner. Nas duas últimas semanas, a inovação de Whisehunt tem dado certo, após a vitória sobre o então invicto Steelers e jogo contra o Ravens, em que o Cardinals tirou uma diferença de 17 pontos no último quarto. Aliás, este é o melhor início do Arizona após 20 temporadas, desde a saída da franquia de Saint Louis.

Para mim, a inovação de Whisehunt é sensacional. Dá uma nova cara ao jogo, aumenta as possibilidades de ataque de Arizona e ainda aumenta a preocupação da defesa adversária, sem saber quem vai enfrentar. Além disso, ainda tira o melhor de cada quarterback. A tática tem tudo para dar certo por, pelo menos, mais uma semana, já que o próximo adversário do Cardinals é o Rams, que ainda não venceu nesta temporada.

E você, o que acha? A tática de usar dois quarterbacks em uma partida vale a pena?
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E ELE CONSEGUIU
Alexandre Lobo



Crédito: Reuters

Esse início de temporada já tem um nome: Brett Favre. Próximo de completar 38 anos, o quarterback está no comando do jovem time do Green Bay Packers, que mantém a invencibilidade nesta quarta semana de jogos. E mais: ele acaba de derrubar o recorde de passes para touchdown que estava nas mãos de ninguém menos do que Dan Marino.

A marca rendeu elogios do próprio Marino, e também de uma outra lenda da NFL, Jim Kelly, que considera sensacional assistir a Favre jogar. Será que já pintou o melhor quarterback da temporada regular? A briga é boa, já que Tom Brady, Tony Romo e Peyton Manning também vêm jogando muito.

Mas do jeito que o homem anda... eu apostaria em Favre. E você, já dá para dizer qual será o quarterback que vai brilhar nessa temporada regular?

PS: E o Steelers perdeu a invencibilidade em Arizona, justamente para a equipe de Ken Whisenhunt, que foi coordenador de ataque de Pittsburgh até a temporada passada.
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A LUTA PELA INVENCIBILIDADE
Alexandre Lobo



Crédito: Site oficial do Packers

Se tem gente lutando em baixo da tabela para saber quem vence a primeira, no topo, a história é diferente. Cinco equipes estão na briga para manter a invencibilidade nesta temporada. São elas: Indianapolis Colts, New England Patriots, Pittsburgh Steelers, Green Bay Packers e Dallas Cowboys.

Quem vai seguir nessa levada?

Colts e Cowboys são os únicos que jogam em casa, contra Broncos e Rams, respectivamente. Teoricamente, de todas as cinco invictas, a equipe de Dallas é a que mais leva vantagem, porque vai enfrentar o Rams, uma das cinco equipes que ainda não venceram este ano.

Entretanto, quem viaja também está em vantagem em termos de retrospecto este ano, encarando equipes que têm apenas uma vitória após três rodadas. O Patriots vai a Cincinnati para pegar o Bengals. O Steelers enfrenta o Arizona Cardinals, enquanto o Packers de Brett Favre vai a Minnesota.

Com Favre endiabrado do jeito que anda, o Packers tem tudo para seguir a toada. Também aposto em Colts e Cowboys em casa, que, com a força da torcida não terão muita dificuldade para seguir sem derrota. E você, em quem aposta nesta rodada de domingo e segunda?
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O CINCO DA DIFERENÇA
Alexandre Lobo



Crédito: AFP

Enquanto a quarta rodada não começa neste final de semana, um número vem chamando a atenção neste início de temporada: o cinco. Ele representa quantas equipes ainda não conseguiram vencer neste campeonato e, coincidentemente, também representa o número de times ainda invictos.

Vamos falar dos “primos pobres”, a galera que está na lanterna. São eles: Rams, Dolphins, Falcons, Bills e Saints. E todos eles jogam neste domingo, com exceção do Saints, que vai ficar mais uma semana no calvário.

Dos quatro que entrarão em campo, o Rams parece ter a tarefa mais difícil. Afinal, ele é o único que jogará na casa do adversário e ainda terá que ir a Dallas para buscar sua primeira vitória justamente contra um dos únicos invictos, o Cowboys.

Outro que também terá trabalho é o Falcons. Mesmo jogando em Atlanta, a equipe enfrentará o Texans, que tem duas vitórias e na única vez que jogou fora de casa, venceu. Em contrapartida, apesar de ser o último da AFC, o Dolphins tem tudo para desencalhar, já que receberá o Raiders, time ainda não venceu fora de casa. Quanto ao Bills. Bem, ele encara o Jets em Buffalo e, como o Dolphins, também enfrentará um time sem vitória fora de casa, o Jets.

Dessa lista de quatro possíveis, eu apostaria no Dolphins para sair dessa incômoda situação. Se isso acontecer, a profecia de Joey Porter se concretizará. E você, o que acha? Qual dos quatro conseguirá sua primeira vitória?

Amanhã a gente fala dos “primos ricos”, a galera do grupo de cima.
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BRADY TEM INÍCIO ENDIABRADO

Alexandre Lobo




A última semana foi de Tom Brady. O quarterback do Patriots só faltou fazer chover no Gillette Stadium, batendo o recorde pessoal de média de passes completos (150.9) e igualando sua marca de passes para touchdown em uma partida, quatro.

Só que o bom momento de Brady vem desde o início desta temporada. Ele lidera as estatísticas de passes completos (79,5%), a média de jardas por passe completo (10,08), touchdowns (10) e média de passes completos (141,8). Aliás, se continuar nesse ritmo, Brady tem tudo para bater o recorde de passes completos nesse primeiro quarto da temporada.

E quem se dá bem? Patriots, lógico. A equipe de New England é uma das cinco que estão invictas nesta temporada, ao lado de Cowboys, Packers, Colts e Steelers. Mas isso é um papo para um outro post. O importante é: Tom Brady está fazendo mesmo a diferença nesse início de temporada do Patriots? Esse bom momento vai durar ou o Patriots é um cavalo paraguaio?

PS: Quero aproveitar para mandar um abraço para a torcida do Bears no blog, que ontem apoiou de forma unânime a decisão de Love Smith em mandar pro banco Rex Grossman. È isso aí, galera. Agora é torcer para que o Griese dê uma sacudida nesse ataque.
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MUDAR O QUARTERBACK VAI FAZER DIFERENÇA?
Alexandre Lobo




Não importa o esporte coletivo. Quando a equipe erra muito, precisa-se de um culpado. Pelo visto, no Bears o culpado pelo início ruim nesta temporada é o quarterback Rex Grossman. Love Smith acabou de anunciar que Brian Griese substituirá Rex contra o Detroit Lions no próximo domingo. Brian é filho do lendário Bob Griese, responsável por levar o Dolphins a três Super Bowls, vencendo dois.

O problema é que Griese, o filho, não tem números tão expressivos quanto o pai, tendo sido draftado pelo Broncos em 1998 e depois passado pelo Dolphins e pelo Buccaneers, antes de chegar a Chicago. O único bom momento de Brian na NFL foi em 2000, quando, como titular do Broncos, chegou ao Pro Bowl. Depois disso, uma série de contusões atrapalhou Brian, que aos 31 anos parece ter novamente sua grande chance.

Mas será que o problema de Chicago está no quarterback? Eu sei, Grossman teve um desempenho muito ruim no último domingo, errando muito contra o Cowboys. Mas ele é o único culpado? Acho que não. Além de a defesa não estar bem, a equipe vem sofrendo também com diversos problemas de contusão, ficando sem três jogadores em uma mesma partida. Rex Grossman é realmente o único culpado?
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POR DENTRO DO COLTS NOS PLAYOFFS DA NFL
Alexandre Cossenza

Bryan Fletcher chegou ao Rio de Janeiro na última sexta-feira, ansioso para descansar após a longa e cansativa temporada do Indianapolis Colts. Mais ansioso ainda estava eu, que entrevistaria pela primeira vez um campeão do Super Bowl. Esperei uma boa horinha no aeroporto, junto à amiga que o hospedará até março.

Preparei perguntas rápidas, imaginando que teria de lidar com um daqueles atletas que se acham importantes demais para dar uma entrevista após uma viagem intercontinental. Seria até compreensível. O cara ganhou o Super Bowl como titular. Vem para cá descansar. Vai querer dar entrevista já no aeroporto?

Bom, não custava tentar. E valeu a pena. Muito! Para minha surpresa, desembarcou um americano simpático, que falava português. Me cumprimentou e topou, numa boa, bater um papo, em inglês. Acho que a viagem o deixou cansado demais para o português. Além de duas reportagens, já publicadas (vejam o link abaixo), Fletcher me descreveu jogo a jogo a campanha do Colts nos playoffs.

Vejam o ponto de vista de alguém que esteve nos vestiários e em campo:

Divisional Playoffs: Colts 23 x 8 Chiefs

"Nossa defesa jogou com muita energia, muita intensidade. Eles provaram que muita gente estava errada ao dizer que nossa defesa contra corridas era muito vulnerável. Eles foram a defesa que jogou no começo da temporada, quando estiveram muito bem. Passaram por uma fase ruim, provavelmente nos últimos quatro jogos da temporada, mas cresceram nos playoffs e fizeram quatro grandes jogos em seqüência."

Conference Championships: Colts 38 x 34 Patriots

"Nosso time tem muita personalidade. Estivemos atrás em vários jogos neste ano. Tivemos que conseguir algumas viradas nos últimos segundos e nunca perdemos a confiança. Temos um grande líder em Peyton Manning, temos um ótimo técnico que nos manteve calmo durante a "tempestade", quando estava 21 a 6 no intervalo. Sabíamos que tínhamos um excelente ataque
também. Então, se nos acalmássemos e tivéssemos paciência, poderíamos marcar muitos pontos. E foi o que fizemos."

Super Bowl: Colts 29 x 17 Bears

"O Super Bowl é muito diferente do resto. A semana anterior ao jogo é quase como um circo. Desde a hora em que você desce do avião, há muitos repórteres, e depois tem o "media day" (dia da imprensa), com centenas e centenas de jornalistas, de todas as partes do mundo. Há muito eventos durante a semana, sua família chega à cidade e você tem de se adaptar. É muito diferente. É bastante cansativo, para dizer a verdade. Perto do fim de semana, você começa a se concentrar e pensar no jogo. E foi o que fizemos. No dia anterior ao jogo, mudamos de hotel para podermos ficar em paz, longe da família, e concentar no jogo. Eu, pessoalmente, só quis descansar, recuperar minha energia e me concentrar no que eu precisava fazer para ir bem no jogo.

Sabíamos que Devin Hestler é um excelente retornador e que nossos times especiais não estavam tão bem (Hestler marcou um touchdown no retorno de kickoff, fazendo 7 a 0 para o Bears com 15 segundos de jogo). Foi outra tempestade. Não foi mais difícil do que o jogo contra New England. Não nos abalamos. Como eu disse, temos muita personalidade e continuamos lutando. E ultrapassamos esse obstáculo."

Veja as outras reportagens com Bryan Fletcher, tight end campeão.

Campeão do Super Bowl vira folião no Rio

Campeão da NFL diz que título foi alívio
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EM QUEM APOSTAR PARA O SUPER BOWL XLII...
Alexandre Cossenza

O San Diego Chargers - não o Indianapolis Colts, atual campeão - é considerado o favorito para conquistar o próximo Super Bowl. Não é o GLOBOESPORTE.COM que afirma isso, mas a empresa Las Vegas Sports Consultants, que aconselha várias casas de apostas de Las Vegas.

Para cada US$ 2 apostados no time de San Diego, as casas pagarão US$ 9 em caso de título do Chargers no Super Bowl XLII. O Indianapolis Colts, de Peyton Manning, é o segundo mais bem cotado. Cassinos e companhia pagarão US$ 5 para cada dólar apostado no atual campeão.

Ainda é cedo para afirmar isso? Aparentemente sim, mas as casas de apostas pensam longe e garantem que o Chargers, favorito ao título no início dos playoffs desta temporada, manterão o núcleo para a próxima campanha. O MVP de 2006-07, LaDainian Tomlinson, ficará no time. Ele bateu o recorde de touchdowns em uma só temporada (31) e ajudou a equipe a marcar impressionantes 30,8 pontos por jogo. Isso tudo, porém, não evitou que o Chargers fosse superado pelo New England Patriots nos playoffs.

Em caso de título do Chicago Bears, melhor time da NFC e perdedor do Super Bowl XLI, os apostadores receberão US$7 para cada dólar investido. Caso vença o New England Patriots, o prêmio é de US$9 para cada um apostado.

Quem gosta de apostar nos azarões, a pedida é o Oakland Raiders. Pior campanha de 2006-07, com duas vitórias e 14 derrotas, o time é o pior nas cotações. As casas pagam US$ 150 para cada dólar apostado. Ou seja, quem apostar US$ 10 dólares (cerda de R$ 16) pode levar para casa US$ 1.500 (R$ 3.200). Que tal?
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Perfil No Blog da NFL, você poderá acompanhar todos os detalhes da temporada do futebol americano. Aqui você encontra tudo sobre o esporte de maior público nos Estados Unidos e que começa a chamar a atenção também no Brasil. globoesporte.com » Super Bowl em Tempo Real
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